Periféricos do computador

 
Geralmente os computadores básicos incluem o gabinete, o monitor, o teclado e o mouse. No entanto, você pode conectar diferentes tipos de dispositivos, também conhecidos como periféricos.

Impressoras

São dispositivos que servem para imprimir arquivos criados no seu computador. Existem muitos tipos de impressoras e de diferentes preços.

Scanner

O scanner permite copiar e guardar o conteúdo de uma folha do computador como uma imagem digital. Nas impressoras multifuncionais você encontrará scanner e impressora ao mesmo tempo.

Microfones

Microfones são dispositivos de entrada de áudio. Eles podem ser conectados ao computador para gravar sons ou para você se comunicar por internet com outros usuários. Muitos computadores possuem microfones incorporados.

Alto-falantes ou Caixas de som

São dispositivos de saída de áudio, ou seja, transmitem a informação do computador para o usuário. Graças a estes dispositivos podemos escutar o som da música ou vídeo que está reproduzindo.

Dependendo do modelo, podem ser conectados a entradas USB ou a de áudio.

Alguns computadores já os possuem incorporados.

WebCam:

Uma WebCam é um tipo de dispositivo de entrada, e com ela você pode gravar vídeos ou tirar fotos. Você também pode transmitir vídeos através da internet em tempo real fazendo chamadas com vídeo, com qualquer pessoa e em qualquer parte do mundo.

Joystick, controladores de jogos:

Um joystick é um dispositivo utilizado para controlar jogos de computador. Embora existam vários tipos de controladores, você pode usar também o mouse e o teclado para controlar a maioria dos jogos.

Câmera digital

Permite que você capture uma imagem ou vídeo em formato digital. Ao conectar a câmera na entrada USB, você pode transferir as imagens da câmera para o computador. Posteriormente você pode imprimir as imagens, enviá-las por e-mail ou publicá-las na web.

Atualmente, grande maioria dos dispositivos tem câmeras digitais integradas.

HP ACTUALIZA GAMA DE PORTÁTEIS PAVILION

 

Segundo a notícia do site Liliputing, o novo portátil HP Pavilion x360 de 11,6 polegadas (1366x768px), que estará disponível nas lojas dos EUA por 399 dólares (cerca de 375 euros), dispõe de uma caneta digital e inclui um processador Intel Pentium N4200, 4GB de RAM, um disco rígido de 500GB, uma webcam, uma bateria com uma autonomia até 8,5 horas, três portas USB 3.1 e tecnologia áudio Bang & Olufsen.

A HP irá disponibilizar uma versão deste Pavilion x360 com um chip Intel Core i3 e até 8GB de RAM.

Os restantes portáteis Pavilion x360, com ecrãs de 14 e de 15,6 polegadas, estarão disponíveis em configurações com processadores até ao Intel Core i7, com gráficos GeForce 940 ou Radeon 530, até 16GB de RAM, com um SSD até 512GB e com um disco rígido até 1TB. Estes modelos incluem duas portas USB 3.1 Type-C.

Já os portáteis HP Pavilion de 14, 15,6 e de 17,3 polegadas estarão disponíveis nas lojas, com um preço a partir dos 600 dólares (564 euros), em opções com chips Intel ou AMD, até 16GB de RAM, com soluções de armazenamento até 2TB, e com gráficos Nvidia ou AMD.

Os novos computadores Pavilion da HP vão chegar às lojas de diversas regiões durante os próximos meses.

HP COM QUATRO NOVAS WORKSTATIONS PORTÁTEIS ZBOOK

Além das workstations Zbook 15 e ZBook 17, que suportam chips Intel Xeon e gráficos Quadro da Nvidia, a HP deu a conhecer o modelo ZBook 14u G4.

Ainda não há indicação do preço mas esta workstation vai chegar às lojas no Verão com um ecrã de 14 polegadas e em opções com chips Intel Core i5-7200U e Core i7-7600U, gráficos Intel HD 620 e AMD FirePro W4190M, assim como com 32GB de RAM.

Já a workstation HP ZBook Studio G4 apresenta um ecrã de 15,6 polegadas, com 1920×1080 ou 3840x2160px de resolução, e conta com a presença de chips Intel Core i5-7300HQ ou Xeon E3-1535m v6, gráficos Intel HD 630 e Nvidia Quadro M1200M e com soluções de armazenamento SSD, incluindo SATA e PCIe.

A HP ZBook Studio G4 está disponível nos Estados Unidos com um preço a partir dos 1399 dólares (cerca de 1305 euros).

PCs continuam a ser melhores que a PS4 e Xbox para jogos…

…diz Matt Wright da Nvidia

Há cerca de 1 ano lançamos aqui um debate interessante sobre o futuro das consolas e jogos. Passado este tempo, o mercado recebeu muitas novidades das quais se destacam a nova PS4 da Sony e a Xbox One da Microsoft. A questão que se coloca é: PS4 ou Xbox One, qual vai liderar?

Para Matt Wright da Nvidia… o PC é a melhor plataforma de jogos!

consolas

Segundo informação disponibilizada pela  Microsoft, a nova Xbox One vendeu em apenas 24 horas cerca deum milhão unidades…número idêntico foi também divulgado pela Sony relativamente à venda da PS4.

No entanto, apesar de sucesso de ambas as consolas, Matt Wright da Nvidia refere que os gamers não devem limitar a sua escolha apenas a essas duas consolas e que devem optar por um PC caso procurem a melhor experiência ao nível dos jogos. Esta afirmação não é “inocente”, até porque a Nvidia lançou recentemente a sua nova gama de pequenos PC’s.

Mas Wright vai mais longe e refere mesmo que a plataforma PC é muita superior a qualquer consola para gaming e oferece ainda as funcionalidades “tradicionais” de um PC.

Num momento em que muitos defendem que o PC “tradicional” está em vias de extinção, a Nvidia contraria tal intuição e disponibiliza no mercado PC’s (em concreto, small form-factor PCs) que podem ser considerados uma alternativa viável as novas consolas de jogos.

PCs ARM rodando Windows 10 com Snapdragon 835 chegam no fim do ano

No final do ano passado a Qualcomm e a Microsoft anunciaram oficialmente uma parceria que vai levar a versão completa desktop do Windows 10 para processadores SoC Snapdragon, para emulação de aplicativos x86 em “PCs celulares”. Numa reunião recente de negócios, Steve Mollenkopf, o CEO da Qualcomm, revelou que os primeiros PCs deste novo tipo vão chegar com Snapdragon 835 no final de 2017.

Nosso Snapdragon 835 está se expandindo para designs de PCs mobile rodando Windows 10, e está agendado para o lançamento no quarto trimestre.

Os dispositivos estão sendo chamados de “PCs celulares” pela PC World, e vão usar as capacidades do Snapdragon 835 principalmente na área de conectividade, podendo contar com Bluetooth 5.0 e um modem 4G. O resultado final deve ficar bem parecido com os híbridos entre notebook e tablets que vemos atualmente, mas possibilitando uma flexibilidade ainda maior de formatos por causa do tamanho mínimo do SoC, sendo possível inclusive o tamanho de um smartphone mesmo, para usar ligado a um monitor quando for conveniente, como acontece com o DeX da Samsung. Outra vantagem do Snapdragon seria sua forte ênfase em eficiência energética.

Também vale a pena destacar que a parceria entre a Qualcomm e a Microsoft vai trazer pela primeira vez em anos uma terceira opção de processadores ARM para dispositivos domésticos, mercado atualmente controlado pela AMD e Intel.

Deepin 15.4: Um Linux mais bonito que o Windows e macOS?

O Deepin é uma distribuição Linux, agora baseada no Debian Unstable, que vem com um ambiente gráfico bastante elegante, eficiente e simplificado  que dá pelo nome de Deepin Desktop Environment (DDE) – parece um misto de Windows com MacOS.

Conheça as novidades do novo Deepin 15.4.

O projecto Linux Deepin, que já apresentamos aqui, tem como principal objectivo transformar o Debian num sistema ainda mais bonito e simples de usar. A cada versão as novidades, especialmente ao nível da interface, são bastante significativas e nesta nova versão não é excepção.

Em termos de suite de produtividade, esta distribuição vem com o WPS Office. O browser por omissão é o Google Chrome.

Quais as novidades do Deepin 15.4

  • Novo Control Center
  • Novo kernel 4.9.8
  • Melhorias no Launcher
  • Mais simples de instalar
  • Veja aqui todas as novidades

Para quem procura um Linux bonito e sem complicações, experimentem o Deepin 15.4. Além disso, como é base Debian, a comunidade é muito grande e bastante participativa.

Tutorial: Nginx com PHP 7 e MySQL no Ubuntu 16.04 LTS

Quando necessitamos de criar sites/conteúdos Web, temos de possuir um ambiente de desenvolvimento que tenha suporte para as tecnologias nas quais vamos desenvolver os nossos sites.

No Pplware já apresentamos alguns servidores/plataformas Web mas o nosso tutorial de hoje tem como objetivo ensinar a instalar o Nginx com suporte para PHP 7 e MySQL 5.7. Vamos a isso?

O Nginx é um servidor HTTP (Web) gratuito, open-source e com alta performance. O Nginx foi desenvolvido pelo programador russo Igor Sysoev em 2005 e tinha como principal objetivo ser um servidor estável, simples de configurar e que necessitasse de poucos recursos ao nível de hardware.

Como instalar o Nginx + PHP7 e MySQL5.7 no Ubuntu

Vamos considerar que a máquina onde vamos instalar o servidor web tem o IP: 192.168.1.90

Para começar vamos abrir o terminal e uma vez que vamos necessitar de privilégios de root (várias vezes) vamos executar o seguinte comando:

su
Passo 1 – Instalar o MySQL 5.7
apt-get -y install mysql-server mysql-client

Durante a instalação devem indicar uma password de acesso ao MySQL.

Devem ainda garantir ainda a melhor segurança do serviço. Para tal executem o seguinte comando:

/usr/bin/mysql_secure_installation

Durante a configuração, devem seguir os seguintes passos:

  • Enter current password for root (enter for none): # DAR ENTER #
  • Set root password? [Y/n]     # DAR ENTER #
  • New password:                # Redefinir Password #
  • Re-enter new password:      # Redefinir Password #
  • Remove anonymous users? [Y/n]   Y
  • Disallow root login remotely? [Y/n] Y
  • Remove test database and access to it? [Y/n] Y
  • Reload privilege tables now? [Y/n]  Y
Passo 2 – Instalar o Nginx

Primeiro devem desinstalar por completo o apache2

service apache2 stop
update-rc.d -f apache2 remove
apt-get remove apache2

Instalar o Nginx no Ubuntu é muito simples. Para tal basta inserir no terminal o seguinte comando:

apt-get install nginx

Para iniciar o nginx devem executar o seguinte comando:

service nginx start

Nota: No Ubuntu, a directoria por omissão para colocar os sites é/var/www/html.

Passo 3 – Instalar o PHP7

Para que o PHP7 funcione correctamente no Ubuntu é necessário instalar o PHP-FPM (PHP-FPM (FastCGI Process Manager) que é uma alternativa ao PHP FastCGI. Para instalar o php7-fpm basta executar o seguinte comando:

apt-get -y install php7.0-fpm

Configuração

Vamos agora proceder a algumas configurações a nível de vlhosts. Para isso vamos abrir o vhost por omissão que se encontra em /etc/nginx/sites-available/default e definir as seguintes alterações:

[…]
server {
listen 80 default_server;
listen [::]:80 default_server;

# SSL configuration
#
# listen 443 ssl default_server;
# listen [::]:443 ssl default_server;
#
# Note: You should disable gzip for SSL traffic.
# See: https://bugs.debian.org/773332
#
# Read up on ssl_ciphers to ensure a secure configuration.
# See: https://bugs.debian.org/765782
#
# Self signed certs generated by the ssl-cert package
# Don’t use them in a production server!
#
# include snippets/snakeoil.conf;

root /var/www/html;

# Add index.php to the list if you are using PHP
index index.html index.htm index.nginx-debian.html;

server_name _;

location / {
# First attempt to serve request as file, then
# as directory, then fall back to displaying a 404.
try_files $uri $uri/ =404;
}

# pass the PHP scripts to FastCGI server listening on 127.0.0.1:9000
#
location ~ \.php$ {
include snippets/fastcgi-php.conf;

# With php7.0-cgi alone:
# fastcgi_pass 127.0.0.1:9000;
# With php7.0-fpm:
fastcgi_pass unix:/run/php/php7.0-fpm.sock;
}

# deny access to .htaccess files, if Apache’s document root
# concurs with nginx’s one
#
location ~ /\.ht {
deny all;
}
}
[…]

Depois de realizadas as configurações devemos recarregá-las executando para isso o comando:

service nginx reload

Devem ainda aceder ao ficheiro /etc/php/7.0/fpm/php.ini e definir cgi.fix_pathinfo=0;

Depois da alterações fazemos reload ao PHP-FPM

service php7.0-fpm reload

Para testar vamor criar um ficheiro info.php

nano /var/www/html/info.php

e colocar o seguinte código:

<!--?php phpinfo(); ?-->

Em seguida abrimos o browser e inserimos o endereço http://localhost/info.php. O resultado deverá ser idêntico ao que aparece na imagem seguinte:

Passo 4 – Configurar o PHP para suporte com MySQL

Para que o PHP tenho suporte para MySQL devem executar o seguinte comando:

apt-get -y install php7.0-mysql php7.0-curl php7.0-gd php7.0-intl php-pear php-imagick php7.0-imap php7.0-mcrypt php-memcache  php7.0-pspell php7.0-recode php7.0-sqlite3 php7.0-tidy php7.0-xmlrpc php7.0-xsl php7.0-mbstring php-gettext

Para finalizar voltem a fazer reload ao PHP-FPM

service php7.0-fpm reload

Acedendo a http://localhost/info.php já devem ver que agora o servidor nginx já tem suporte para MySQL. E está feito. Como tiveram a oportunidade de ver a instalação/configuração do servidor Nginx requer algum trabalho (assim como outros servidores Web), mas no final o trabalho vale bem a pena já que o Nginx demonstrou uma boa performance e estabilidade. Ficamos a aguardar o vosso feedback.

Uber usa software para iludir autoridades que a estão a controlar

A semana da Uber não tem sido fácil. Vários foram os problemas que foram surgindo, dentro da estrutura da empresa, e que culminaram com o seu CEO a discutir com um dos seus motoristas.

Mas a semana ainda não acabou para a Uber e por isso os problemas continuam. O mais recente mostrou que a empresa usou software para conseguir iludir as autoridades que procuravam controlar a atividade da empresa em cidades onde não estava autorizada a prestar serviço.

Aplicação Uber

O Greyball, nome com que é conhecido o software que é usado, consegue detetar e iludir as autoridades que fazem o controlo da Uber e que procuram atrair motoristas para depois os multar. Com o uso desta ferramenta, a Uber consegue garantir aos motoristas que estão a salvo das autoridades e que podem continuar a prestar o serviço, mesmo onde não estão autorizados.

A forma de agir da Uber passava por detetar estes agentes da autoridade e mostrar-lhes carros fantasma na aplicação. Sempre que estes requeriam um serviço, era atribuído um destes carros fantasma, que no último momento cancelava a viagem. Na prática estes agentes nunca conseguiam ter acesso aos serviços da Uber. Houve ainda casos em que os motoristas eram alertados para as intenções destes clientes e que acabavam por cancelar os serviços.

Para detetar estes utilizadores, a Uber recorria a vários métodos. Um deles passava por definir zonas geográficas de atuação dos agentes, normalmente perto de esquadras de polícia. Houve ainda a utilização dos dados dos cartões de crédito, que procurava relacionar os utilizadores a entidades estatais. Estes utilizadores eram depois marcados.

Quando confrontada com esta descoberta, a Uber admitiu a sua existência, mas negou que estivesse a usá-la para controlar as autoridades e afastá-la dos seus carros. Segundo a empresa, o “violation of terms of service” pretende apenas identificar potenciais utilizadores que estão a usar o serviço de forma incorreta, negando-lhes o acesso.

Nesta categoria a Uber coloca os elementos da concorrência, taxistas ou sindicatos de taxistas, que procuram colocar entraves à normal utilização ao serviço.

De acordo com o jornal New York Time, que revelou este caso, o Greyball é usado sempre que a Uber chega a uma nova cidade, estando em utilização em todo o planeta, havendo instruções claras sobre a forma como deve ser usado para proteger a empresa.

Tim Cook ameaçou remover Uber da App Store

Não, não tem a ver com a luta dos taxistas, não tem a ver com as discussões do CEO da Uber com um condutor, nem tem a ver com os prejuízos que a empresa declarou. A Apple tem um código de conduta onde a privacidade do utilizador está acima de qualquer interesse.

A Uber é suspeita de, alegadamente, rastrear os utilizadores no iOS. A empresa reconheceu haver problemas de privacidade, mas ainda não os conseguiu resolver. Este comportamento quase levou a que a Apple banisse da App Store a app da Uber.

Uber’s C.E.O. Plays With Fire

Foi publicado no The New York Times um artigo, com o título “CEO da Uber brinca com o fogo”, onde são contados diversos pormenores da ação da empresa e algumas situações que envolvem os métodos usados para vários fins.

A Uber sempre esteve debaixo de fogo pelos seus hábitos de “espiar” os seus utilizadores. A situação é tão mais grave ao ponto da própria Apple considerar banir a Uber da sua loja de aplicações.

Segundo o que se pode ler no artigo, que deve ser lido pois pormenoriza muitas das atitudes desta empresa no mercado e esclarece dúvidas que muitos utilizadores colocaram na mesa, Travis Kalanick, o diretor executivo da Uber, visitou a sede da Apple no início de 2015 para se encontrar com Timothy D. Cook, o responsável pelo fabrico do iPhone. Este era um encontro temido pelo responsável da Uber.

 

Uber tentou enganar a Apple

Durante meses, Travis Kalanick tentou ludibriar os engenheiros da Apple dando indicações aos seus funcionários para camuflar funcionalidades da sua aplicação de navegação. Porque razão? Para que a Apple não descobrisse que a Uber seguia secretamente os iPhones mesmo depois da sua app ter sido excluída dos dispositivos, violando as diretrizes de privacidade da Apple.

O que a Uber queria fazer era atribuir uma identidade persistente aos iPhones com um pequeno pedaço de código, mais conhecido como “fingerprinting”. Essa tática, entretanto, está em completa violação das regras da empresa de Cupertino, já que a empresa acredita que um dispositivo não deve oferecer nenhum vestígio de identificação do proprietário depois de uma app ser apagada.

Aqui está como Uber manobrou estas regras:

So Mr. Kalanick told his engineers to “geofence” Apple’s headquarters in Cupertino, Calif., a way to digitally identify people reviewing Uber’s software in a specific location. Uber would then obfuscate its code from people within that geofenced area, essentially drawing a digital lasso around those it wanted to keep in the dark. Apple employees at its headquarters were unable to see Uber’s fingerprinting.

Basicamente o que Travis Kalanick ordenou aos seus engenheiros foi para georreferenciar as instalações da Apple em Cupertino, por forma a que a app identificasse essa localização especifica e o código “ilegal” fosse camuflado, quando a app fosse testada, como se fosse feito um laço digital em torno da área onde a app seria testada para que os funcionários da Apple não conseguissem ver o pedaço de código a funcionar.

 

Esquema da Uber é descoberto pelos engenheiros da Apple

Como seria de esperar, não demorou muito para a Apple e os seus engenheiros descobrirem a tática da Uber e fosse de imediato chamado o líder da empresa para comparecer às instalações da Apple. Tim Cook convocou o CEO da Uber, Travis Kalanick, para se reunir com ele no campus da Apple. Cook teria aberto a reunião com um simples, “Então eu ouvi dizer que tem quebrado algumas das nossas regras.”

O CEO da Apple simplesmente exigiu que a Uber eliminasse de imediato o “fingerprinting” e colocasse a app em conformidade com as regras da empresa de Cupertino sob a pena da app da Uber ser banida da App Store se isso não acontecesse.

For Mr. Kalanick, the moment was fraught with tension. If Uber’s app was yanked from the App Store, it would lose access to millions of iPhone customers — essentially destroying the ride-hailing company’s business. So Mr. Kalanick acceded.

Recentemente a empresa foi acusada de usar software para iludir as autoridades que procuravam controlar a atividade da Uber em cidades onde não estava autorizada a prestar serviço. Esta oportunidade da Apple foi, provavelmente, a última depois de terem prevaricado tanto.

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