Deepin 15.4: Um Linux mais bonito que o Windows e macOS?

O Deepin é uma distribuição Linux, agora baseada no Debian Unstable, que vem com um ambiente gráfico bastante elegante, eficiente e simplificado  que dá pelo nome de Deepin Desktop Environment (DDE) – parece um misto de Windows com MacOS.

Conheça as novidades do novo Deepin 15.4.

O projecto Linux Deepin, que já apresentamos aqui, tem como principal objectivo transformar o Debian num sistema ainda mais bonito e simples de usar. A cada versão as novidades, especialmente ao nível da interface, são bastante significativas e nesta nova versão não é excepção.

Em termos de suite de produtividade, esta distribuição vem com o WPS Office. O browser por omissão é o Google Chrome.

Quais as novidades do Deepin 15.4

  • Novo Control Center
  • Novo kernel 4.9.8
  • Melhorias no Launcher
  • Mais simples de instalar
  • Veja aqui todas as novidades

Para quem procura um Linux bonito e sem complicações, experimentem o Deepin 15.4. Além disso, como é base Debian, a comunidade é muito grande e bastante participativa.

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Tutorial: Nginx com PHP 7 e MySQL no Ubuntu 16.04 LTS

Quando necessitamos de criar sites/conteúdos Web, temos de possuir um ambiente de desenvolvimento que tenha suporte para as tecnologias nas quais vamos desenvolver os nossos sites.

No Pplware já apresentamos alguns servidores/plataformas Web mas o nosso tutorial de hoje tem como objetivo ensinar a instalar o Nginx com suporte para PHP 7 e MySQL 5.7. Vamos a isso?

O Nginx é um servidor HTTP (Web) gratuito, open-source e com alta performance. O Nginx foi desenvolvido pelo programador russo Igor Sysoev em 2005 e tinha como principal objetivo ser um servidor estável, simples de configurar e que necessitasse de poucos recursos ao nível de hardware.

Como instalar o Nginx + PHP7 e MySQL5.7 no Ubuntu

Vamos considerar que a máquina onde vamos instalar o servidor web tem o IP: 192.168.1.90

Para começar vamos abrir o terminal e uma vez que vamos necessitar de privilégios de root (várias vezes) vamos executar o seguinte comando:

su
Passo 1 – Instalar o MySQL 5.7
apt-get -y install mysql-server mysql-client

Durante a instalação devem indicar uma password de acesso ao MySQL.

Devem ainda garantir ainda a melhor segurança do serviço. Para tal executem o seguinte comando:

/usr/bin/mysql_secure_installation

Durante a configuração, devem seguir os seguintes passos:

  • Enter current password for root (enter for none): # DAR ENTER #
  • Set root password? [Y/n]     # DAR ENTER #
  • New password:                # Redefinir Password #
  • Re-enter new password:      # Redefinir Password #
  • Remove anonymous users? [Y/n]   Y
  • Disallow root login remotely? [Y/n] Y
  • Remove test database and access to it? [Y/n] Y
  • Reload privilege tables now? [Y/n]  Y
Passo 2 – Instalar o Nginx

Primeiro devem desinstalar por completo o apache2

service apache2 stop
update-rc.d -f apache2 remove
apt-get remove apache2

Instalar o Nginx no Ubuntu é muito simples. Para tal basta inserir no terminal o seguinte comando:

apt-get install nginx

Para iniciar o nginx devem executar o seguinte comando:

service nginx start

Nota: No Ubuntu, a directoria por omissão para colocar os sites é/var/www/html.

Passo 3 – Instalar o PHP7

Para que o PHP7 funcione correctamente no Ubuntu é necessário instalar o PHP-FPM (PHP-FPM (FastCGI Process Manager) que é uma alternativa ao PHP FastCGI. Para instalar o php7-fpm basta executar o seguinte comando:

apt-get -y install php7.0-fpm

Configuração

Vamos agora proceder a algumas configurações a nível de vlhosts. Para isso vamos abrir o vhost por omissão que se encontra em /etc/nginx/sites-available/default e definir as seguintes alterações:

[…]
server {
listen 80 default_server;
listen [::]:80 default_server;

# SSL configuration
#
# listen 443 ssl default_server;
# listen [::]:443 ssl default_server;
#
# Note: You should disable gzip for SSL traffic.
# See: https://bugs.debian.org/773332
#
# Read up on ssl_ciphers to ensure a secure configuration.
# See: https://bugs.debian.org/765782
#
# Self signed certs generated by the ssl-cert package
# Don’t use them in a production server!
#
# include snippets/snakeoil.conf;

root /var/www/html;

# Add index.php to the list if you are using PHP
index index.html index.htm index.nginx-debian.html;

server_name _;

location / {
# First attempt to serve request as file, then
# as directory, then fall back to displaying a 404.
try_files $uri $uri/ =404;
}

# pass the PHP scripts to FastCGI server listening on 127.0.0.1:9000
#
location ~ \.php$ {
include snippets/fastcgi-php.conf;

# With php7.0-cgi alone:
# fastcgi_pass 127.0.0.1:9000;
# With php7.0-fpm:
fastcgi_pass unix:/run/php/php7.0-fpm.sock;
}

# deny access to .htaccess files, if Apache’s document root
# concurs with nginx’s one
#
location ~ /\.ht {
deny all;
}
}
[…]

Depois de realizadas as configurações devemos recarregá-las executando para isso o comando:

service nginx reload

Devem ainda aceder ao ficheiro /etc/php/7.0/fpm/php.ini e definir cgi.fix_pathinfo=0;

Depois da alterações fazemos reload ao PHP-FPM

service php7.0-fpm reload

Para testar vamor criar um ficheiro info.php

nano /var/www/html/info.php

e colocar o seguinte código:

<!--?php phpinfo(); ?-->

Em seguida abrimos o browser e inserimos o endereço http://localhost/info.php. O resultado deverá ser idêntico ao que aparece na imagem seguinte:

Passo 4 – Configurar o PHP para suporte com MySQL

Para que o PHP tenho suporte para MySQL devem executar o seguinte comando:

apt-get -y install php7.0-mysql php7.0-curl php7.0-gd php7.0-intl php-pear php-imagick php7.0-imap php7.0-mcrypt php-memcache  php7.0-pspell php7.0-recode php7.0-sqlite3 php7.0-tidy php7.0-xmlrpc php7.0-xsl php7.0-mbstring php-gettext

Para finalizar voltem a fazer reload ao PHP-FPM

service php7.0-fpm reload

Acedendo a http://localhost/info.php já devem ver que agora o servidor nginx já tem suporte para MySQL. E está feito. Como tiveram a oportunidade de ver a instalação/configuração do servidor Nginx requer algum trabalho (assim como outros servidores Web), mas no final o trabalho vale bem a pena já que o Nginx demonstrou uma boa performance e estabilidade. Ficamos a aguardar o vosso feedback.

Uber usa software para iludir autoridades que a estão a controlar

A semana da Uber não tem sido fácil. Vários foram os problemas que foram surgindo, dentro da estrutura da empresa, e que culminaram com o seu CEO a discutir com um dos seus motoristas.

Mas a semana ainda não acabou para a Uber e por isso os problemas continuam. O mais recente mostrou que a empresa usou software para conseguir iludir as autoridades que procuravam controlar a atividade da empresa em cidades onde não estava autorizada a prestar serviço.

Aplicação Uber

O Greyball, nome com que é conhecido o software que é usado, consegue detetar e iludir as autoridades que fazem o controlo da Uber e que procuram atrair motoristas para depois os multar. Com o uso desta ferramenta, a Uber consegue garantir aos motoristas que estão a salvo das autoridades e que podem continuar a prestar o serviço, mesmo onde não estão autorizados.

A forma de agir da Uber passava por detetar estes agentes da autoridade e mostrar-lhes carros fantasma na aplicação. Sempre que estes requeriam um serviço, era atribuído um destes carros fantasma, que no último momento cancelava a viagem. Na prática estes agentes nunca conseguiam ter acesso aos serviços da Uber. Houve ainda casos em que os motoristas eram alertados para as intenções destes clientes e que acabavam por cancelar os serviços.

Para detetar estes utilizadores, a Uber recorria a vários métodos. Um deles passava por definir zonas geográficas de atuação dos agentes, normalmente perto de esquadras de polícia. Houve ainda a utilização dos dados dos cartões de crédito, que procurava relacionar os utilizadores a entidades estatais. Estes utilizadores eram depois marcados.

Quando confrontada com esta descoberta, a Uber admitiu a sua existência, mas negou que estivesse a usá-la para controlar as autoridades e afastá-la dos seus carros. Segundo a empresa, o “violation of terms of service” pretende apenas identificar potenciais utilizadores que estão a usar o serviço de forma incorreta, negando-lhes o acesso.

Nesta categoria a Uber coloca os elementos da concorrência, taxistas ou sindicatos de taxistas, que procuram colocar entraves à normal utilização ao serviço.

De acordo com o jornal New York Time, que revelou este caso, o Greyball é usado sempre que a Uber chega a uma nova cidade, estando em utilização em todo o planeta, havendo instruções claras sobre a forma como deve ser usado para proteger a empresa.

Tim Cook ameaçou remover Uber da App Store

Não, não tem a ver com a luta dos taxistas, não tem a ver com as discussões do CEO da Uber com um condutor, nem tem a ver com os prejuízos que a empresa declarou. A Apple tem um código de conduta onde a privacidade do utilizador está acima de qualquer interesse.

A Uber é suspeita de, alegadamente, rastrear os utilizadores no iOS. A empresa reconheceu haver problemas de privacidade, mas ainda não os conseguiu resolver. Este comportamento quase levou a que a Apple banisse da App Store a app da Uber.

Uber’s C.E.O. Plays With Fire

Foi publicado no The New York Times um artigo, com o título “CEO da Uber brinca com o fogo”, onde são contados diversos pormenores da ação da empresa e algumas situações que envolvem os métodos usados para vários fins.

A Uber sempre esteve debaixo de fogo pelos seus hábitos de “espiar” os seus utilizadores. A situação é tão mais grave ao ponto da própria Apple considerar banir a Uber da sua loja de aplicações.

Segundo o que se pode ler no artigo, que deve ser lido pois pormenoriza muitas das atitudes desta empresa no mercado e esclarece dúvidas que muitos utilizadores colocaram na mesa, Travis Kalanick, o diretor executivo da Uber, visitou a sede da Apple no início de 2015 para se encontrar com Timothy D. Cook, o responsável pelo fabrico do iPhone. Este era um encontro temido pelo responsável da Uber.

 

Uber tentou enganar a Apple

Durante meses, Travis Kalanick tentou ludibriar os engenheiros da Apple dando indicações aos seus funcionários para camuflar funcionalidades da sua aplicação de navegação. Porque razão? Para que a Apple não descobrisse que a Uber seguia secretamente os iPhones mesmo depois da sua app ter sido excluída dos dispositivos, violando as diretrizes de privacidade da Apple.

O que a Uber queria fazer era atribuir uma identidade persistente aos iPhones com um pequeno pedaço de código, mais conhecido como “fingerprinting”. Essa tática, entretanto, está em completa violação das regras da empresa de Cupertino, já que a empresa acredita que um dispositivo não deve oferecer nenhum vestígio de identificação do proprietário depois de uma app ser apagada.

Aqui está como Uber manobrou estas regras:

So Mr. Kalanick told his engineers to “geofence” Apple’s headquarters in Cupertino, Calif., a way to digitally identify people reviewing Uber’s software in a specific location. Uber would then obfuscate its code from people within that geofenced area, essentially drawing a digital lasso around those it wanted to keep in the dark. Apple employees at its headquarters were unable to see Uber’s fingerprinting.

Basicamente o que Travis Kalanick ordenou aos seus engenheiros foi para georreferenciar as instalações da Apple em Cupertino, por forma a que a app identificasse essa localização especifica e o código “ilegal” fosse camuflado, quando a app fosse testada, como se fosse feito um laço digital em torno da área onde a app seria testada para que os funcionários da Apple não conseguissem ver o pedaço de código a funcionar.

 

Esquema da Uber é descoberto pelos engenheiros da Apple

Como seria de esperar, não demorou muito para a Apple e os seus engenheiros descobrirem a tática da Uber e fosse de imediato chamado o líder da empresa para comparecer às instalações da Apple. Tim Cook convocou o CEO da Uber, Travis Kalanick, para se reunir com ele no campus da Apple. Cook teria aberto a reunião com um simples, “Então eu ouvi dizer que tem quebrado algumas das nossas regras.”

O CEO da Apple simplesmente exigiu que a Uber eliminasse de imediato o “fingerprinting” e colocasse a app em conformidade com as regras da empresa de Cupertino sob a pena da app da Uber ser banida da App Store se isso não acontecesse.

For Mr. Kalanick, the moment was fraught with tension. If Uber’s app was yanked from the App Store, it would lose access to millions of iPhone customers — essentially destroying the ride-hailing company’s business. So Mr. Kalanick acceded.

Recentemente a empresa foi acusada de usar software para iludir as autoridades que procuravam controlar a atividade da Uber em cidades onde não estava autorizada a prestar serviço. Esta oportunidade da Apple foi, provavelmente, a última depois de terem prevaricado tanto.

Google vai abrir o Android a outros motores de busca na Rússia

É normal a Google ter processos em muitos dos países onde está presente. As queixas são muitas e quase sempre relacionadas com casos de monopólio e de controlo do que os seus concorrentes podem fazer no seu sistema operativo.

Um caso que vinha a desenrolar-se na Rússia teve agora resolução, com um acordo a ser obtido entre as partes, passando a Google a permitir outros motores de pesquisa no Android.

Google

O Android é um sistema operativo aberto e disponível a todos, mas a Google reserva para si uma parte essencial deste código, nomeadamente no que toca à sua loja de aplicações e outros componentes.

O passo agora dado pela Google é o culminar de um processo com 2 anos e que colocava frente a frente a Google e FAS, a entidade reguladora para a concorrência na Rússia. Ambas as partes aceitaram estabelecer um acordo fora dos tribunais e assim dar este caso por encerrado.

Para este acordo ter sucesso a Google teve de aceitar abrir o seu Android a outras entidades Russas, que assim passam a poder integrar os seus motores de busca no Android, bem como outras aplicações, que estejam fora do “pacote” de aplicações da Google e que a empresa obriga a estarem instaladas, como parte da autorização para usar o Android.

Google

Para além desta medida, a Google aceitou ainda pagar uma multa de 6.75 milhões de dólares, certa de 6,53 milhões de euros.

Para implementar esta solução, a Google vai adicionar ao Android na Rússia uma aplicação que permitirá aos utilizadores escolher quais os motores de busca que querem usar. No caso das aplicações, a Google irá estar impedida de impor a instalação das suas aplicações aos fabricantes.

Esta decisão pode abrir as portas para que outros processos semelhantes tomem forma na Europa, resolvendo de vez parte dos problemas legais que a empresa tem, por exemplo, na União Europeia, onde vários processos similares ainda decorrem.

Facebook controla as 4 apps mais usadas nos dispositivos móveis

 

A aposta do Facebook nos dispositivos móveis foi clara há alguns anos. Os desenvolvimentos das suas apps móveis ultrapassam já os das restantes plataformas onde tem presença.

A confirmar que esta foi uma aposta claramente acertada, surge agora a informação de que o top 4 das aplicações mais usadas nos dispositivos móveis está entregue ao Facebook e aos seus diferentes serviços.

A quase totalidade dos utilizadores dos dispositivos móveis tem instalada uma aplicação do Facebook, dando-lhe o domínio absoluto deste campo. Uma avaliação da SensorTower mostra que, durante o primeiro trimestre de 2017, as 5 principais aplicações usadas, tanto na App Store como na Play Store pertenciam ao Facebook.

O Facebook controla as principais apps usadas

Em primeiro lugar, e no universo das aplicações, está o WhatsApp, o serviço de mensagens que o Facebook comprou. Abaixo vem a app principal da rede social, seguida do Messenger, outra app de comunicação do Facebook. Por fim, e a fechar o top 5, está o Instagram, outra compra da maior rede social da Internet.

Como curiosidade, caso tivesse conseguido comprar o Snapchat, o Facebook teria também a posição seguinte da lista, uma vez que esta app está na 5ª posição.

https://primetag2.azureedge.net/embed/basic.html?slug=14Dk8yQMm&owner=2145

As apps mais lucrativas do universo móvel

No campo das receitas e dos lucros, onde as marcas competem pela venda dos seus serviços, o cenário é completamente diferente. Aqui o domínio é claramente do Netflix, do Line e do Tinder.

O destaque vai mesmo para o Netflix, que conseguiu crescer 286% face ao mesmo período do ano passado, passando de $34,6 milhões de dólares para 133 milhões de dólares.

Uma perspetiva mais alargada mostra que o mercado das apps cresceu dos 11,9 mil milhões de dólares obtidos no ano passado para 13,5 mil milhões de dólares atuais, representando um crescimento de 14 pontos percentuais. Destes valores 4,7 mil milhões vieram da App Store e os restantes 8,8 mil milhões vieram do Google Play.

Importa realçar que estes rankings estão limitados às apps e deixam de fora os jogos, uma área que provavelmente acabaria por alterar por completo os números apresentados.

Windows 10 vai conseguir controlar mais os consumos de energia

A procura constante de melhorar o Windows 10 e os consumos de recursos tem levado a Microsoft a procurar soluções pouco esperadas.

A próxima grande atualização deste sistema operativo, a Redstone 3, espera-se que consuma ainda menos energia, graças ao congelamento dos processos que correm em segundo plano.

A maioria dos utilizadores do Windows gosta de ter várias aplicações em simultâneo, usando apenas uma de cada vez. Este cenário leva a consumos de recursos anormais, que muitas vezes não são notados.

No campo dos consumos de energia, estas aplicações são muitas vezes ignoradas, mas na verdade estão a drenar a bateria de forma silenciosa. Este cenário poderá em breve acabar, com o controlo mais apertado e o congelamento de processos que estejam a correr em segundo plano.

O Power Throttling, nome dado a esta nova funcionalidade, poderá ser controlado diretamente da zona de gestão de energia, podendo ser definido um estado de maior controlo de consumos de energia que irá bloquear e controlar as aplicações que correm em segundo plano.

Apesar de ser apenas esperado para a Redstone 3, a próxima grande atualização do Windows, esperada para o final do ano, a mais recente build disponibilizada no programa Insiders tem já presente esta novidade, para que seja testada e melhorada.

Do que a Microsoft informou, esta novidade está para já limitada aos processadores Intel Core de 6ª geração, ou superiores, mas a ideia é tentar adaptá-la a outros processadores.

Esta é mais uma novidade que mostra como a Microsoft está a apostar em tornar o Windows 10 num sistema operativo único e preparado para funcionar em qualquer plataforma, com as melhores performances, ao mesmo tempo que consegue controlar os consumos de recursos essenciais.

Milhares de Windows infetados pelas ferramentas da NSA

As ferramentas da NSA que o grupo Shadow Brokers tem vindo a revelar, mostraram que esta agência esteve preparada durante anos para espiar a Internet.

A última leva de ferramentas dada a conhecer focou-se no Windows, mas a Microsoft veio de imediato revelar que as falhas estavam corrigidas. A verdade não é bem essa e há milhares de máquinas infetadas.

Windows NSA

Tal como se esperava, as ferramentas que o grupo Shadow Brokers revelou recentemente, estão a ser exploradas ativamente, procurando infetar os utilizadores do Windows.

Quando estas foram reveladas, a Microsoft tratou de vir a público esclarecer que as falhas que existiam estavam tratadas e que estas ferramentas eram por isso impossíveis de usar.

A verdade é que a falha continua ativa e pronta a ser explorada. A proteção surgiu com uma atualização que a Microsoft lançou, apenas para o Windows Vista SP2 ou superior, mas que muitos ainda não instalaram, quer por terem máquinas com sistemas não suportados ou porque ainda não foram obrigados.

Windows NSA

Assim, e graças a estes problemas, milhares de máquinas estão agora a ser descobertas com malware, sendo possível usar o backdoor DOUBLEPULSAR para conseguir entrar nas máquinas Windows.

Os números iniciais falam de mais de 15 mil máquinas infetadas nos EUA, mas alguns especialistas prevêem que este número seja 3 vezes superior. É ainda esperado que durante os próximos dias estes números aumentem.

Da mesma forma que a fragmentação afeta sistemas como o Android, também o Windows acaba por ser afetado, especialmente em situações como esta, em que a não instalação de um simples patch tem impacto muito grande na segurança dos utilizadores.

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